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Biofeedback- part 2

Oi gente,

Esta semana, vou contar a última parte da minha conversa, maravilhosa, com o psicólogo Pedro Villarim, da Clínica Totum Reabilitação, além de matar a curiosidade dr03
geral da nação contando como foi a minha experiência com o biofeedback. E, aqui, promessa é dívida!

Quem lembra dos ramos simpáticos e parassimpáticos? São essenciais para o funcionamento do nosso corpo. E o estresse? Inevitável e, muitas vezes, necessário. O problema é o excesso dele no nosso corpo e mente. Como dizem por aí “a diferença entre o remédio e o veneno é apenas a dosagem”.

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Mas se o estresse é necessário e inevitável, como gerencia-lo? Eis que o biofeedback chega para salvar o dia.

O treinamento na Totum dura em média 15 a 20 minutos. Durante todo esse período, você será guiado pelo som e velocidade de uma bolinha que vai estar na tela de um computador. Essa bolinha corresponde a você e a sua respiração. Quando ela sobe, inspira-se e quando ela desce, expira-se. Até aqui tudo bem, moleza, certo? Errado! Lembra da síndrome do pensamento acelerado? Pensamentos a todo instante e a mente a todo vapor? O desafio é desacelerar a mente, conectar-se com o corpo e trazer a mente para o agora. Como Pedro
explicou, só podemos respirar no presente. Por isso, passado (depressão) e futuro IMG_0438
(ansiedade) ficam de lado.

No meu primeiro dia de treinamento, não fui nada bem. Enquanto recebia as instruções do Pedro, minha respiração estava em incoerência cardíaca. Logo eu, que adoro meditar. Me senti frustrada por já começar no vermelho ao invés do verde ou azul. Por ter o hábito de praticar a meditação, acreditava que seria fácil conectar-me com o meu corpo. Doce ilusão, tenho muito o que aprender! E com tantos conflitos internos combinados a excitação de um novo desafio, minha avaliação foi lá embaixo.

Dois dias depois fiz um outro treinamento. Dessa vez, fiz em um outro aparelho, que pode ser utilizado tanto no computador quanto na rua. Por ser portátil, é ideal para quem nunca para em casa ou não tem tempo de ir à clinica fazer o treinamento, como feliz-felicidade1
atletas e pessoas que viajam muito, por exemplo. É só colocar o aparelho no bolso e treinar antes de uma reunião, competição ou, até mesmo, antes de dormir. No final,
consegui me manter em coerência durante 50% do tempo. Mas, como toda perfeccionista, não fiquei satisfeita com o meu resultado.

Ao final do treinamento e de conversas edificantes com o Pedro, aprendi muito sobre mim. Percebi como a minha ansiedade e a minha depressão afetam minha vida, assim como a minha mania de querer ser perfeita. Além disso, depois do Biofeedback, minha consciência corporal melhorou muito, ajudou a tornar-me especialista de mim mesma.

Definitivamente, esse treinamento mudou a minha maneira de pensar e de ver as coisas. Acredito que todos deveriam fazer ou, ao menos, experimentar um dia de Biofeedback. Como o próprio Pedro diz, “Não existe contra indicação. Muito pelo contrario!”

 

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Nika

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