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Poncovô, Comovô?

Depois de tantos posts sobre morar fora, fiquei me perguntando sobre o que dizer a vocês. Será que tem alguma coisa que deixei de dizer? Bom, parece que sim! Muitas pessoas me falam que querem ir. Mas logo em seguida perguntam: “Para onde eu vou? Como eu vou?” E por isso, hoje eu vou lhe ajudar! Cola que é sucesso!

1o Você quer ir?

Antes de mais nada é importantíssimo decidir que quer ir. Acredite se quiser, mas tem muita gente por aí que vive dizendo que quer fazer um monte de coisas mas nunca decide o que quer fazer, nem quando fazer. Então, meu caro leitor, decida se você quer ou não ir. Depois que decidir, passe para o próximo passo.

2O O que eu quero fazer?

É importante saber o que você quer fazer, se é estudar ou trabalhar. Isso vai ajudar na hora de pesquisar os países e de como ir. Como tem muita informação, o post de hoje é sobre estudar fora…

3o Para onde eu vou? Decidiu? Então simbora…

Se você é um entusiasta em querer aprender idiomas, vivenciar novas culturas e tudo aquilo que morar fora pode proporcionar, concentre-se em um país por vez. Dê preferencia aquele que couber no seu bolso, mas calma que a gente já chega lá. Foco! No meu caso, sempre quis morar e jogar fora. Tinha o sonho de ser jogadora profissional, jogar no exterior. Sonho de muitos jovens atletas… E ir para os Estados Unidos com uma bolsa de estudos para jogar vôlei, foi a primeira e única oportunidade que me apareceu. Então, meu foco foi ir pra lá.

Agora que eu já sei “poconvô”, é hora de saber “comovô.” Pesquise tudo sobre o país, desde custo até estilo de vida. Ninguém merece morar em um país que não tem nada haver com a gente. No meu caso, eu só queria ir pros States, e já havia visitado o país. Como já tinha meio caminho andado, agora era hora de saber como ir. Por isso, entrei em contato com Recrutadores de atletas (pessoas que procuram atletas para as universidades) para saber o que precisava para ir e como conseguir uma bolsa de estudos. Afinal, pagar uma faculdade lá estava fora de cogitação. Hoje em dia, existem agências para isso. Particularmente, acho muito caro, porque fiz tudo sozinha. Mas para quem precisa de uma ajuda extra, vai na fé.

Se você não pratica nenhum esporte, respire e não pire. Nada que uma ajuda do Google e um bom planejamento não resolvam. Estudar fora pode ser caro sim! Alguns lugares podem ser mais caros que outros, e para quem quer economizar nos estudos, a dica é procurar bolsas de estudos e trabalhar. Para quem não sabe, estudante universitário pode trabalhar. Eu sei que nos EUA e Canadá pode e acredito que em outros países também exista essa possibilidade. Se você for intercambista, você não pode trabalhar, ok?

Depois que você escolher o seu curso, procure por bolsas de estudos dentro das universidades do seu interesse. Em alguns países, existe uma bolsa que se chama Assistantship. Uma bolsa de estudos que além de deixar a faculdade mais barata ou de graça, oferece um stipend (Ajuda de custo ou salário) e a oportunidade de trabalhar na sua área. Quando estudei na Florida State University durante o meu mestrado, consegui uma Assistanship e uma bolsa de estudos, a LAC. Essa é uma bolsa específica para estudantes latinos e caribenhos. Por isso, se você está pensando em ir pra Florida, fica a dica e procure pela LAC Scholarship.

Claro que existem muitas outras coisas que eu poderia falar sobre estudar fora, mas espero que essas dicas lhe ajudem a dar o primeiro passo. Lembrando que algumas coisas variam de país para país e de universidade para universidade. Mas o princípio é o mesmo. Para quem tiver outras dúvidas, deixe sua pergunta aqui embaixo nos comentários, ou lá na Fanpage do Blog.

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